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Dieta Mediterrânica - Dieta do Coração

14 Maio 2019 | Notícias

Nos anos 50, Ancel Keys realizou um estudo em diversos países do Mediterrâneo, onde verificou que o aumento do aparecimento de doença coronária estava relacionado com um aumento do consumo de gorduras, sobretudo de gorduras saturadas.

A exceção verificou-se na bacia do Mediterrâneo onde, apesar do consumo elevado de gordura, o surgimento de enfartes do miocárdio era menor. Esta relação despertou o interesse do investigador, tendo concluído que se deveria ao facto de o tipo de alimentação e, entre outros aspetos, a gordura consumida nestes países ser o azeite.

A palavra “dieta” deriva do termo grego “diaita” que significa estilo de vida equilibrado. A Dieta Mediterrânica é precisamente isso: um estilo de vida marcado pela diversidade e conjugado com as características seguintes:  

  • consumo elevado de alimentos de origem vegetal (cereais pouco refinados, produtos hortícolas, fruta, leguminosas secas e frescas e frutos secos e oleaginosos);
  • consumo de produtos frescos, pouco processados e locais, respeitando a sua sazonalidade;
  • utilização do azeite como principal gordura para cozinhar ou temperar alimentos;
  • consumo baixo a moderado de lacticínios;
  • consumo frequente de pescado e baixo e pouco frequente de carnes vermelhas;
  • consumo de água como a bebida de eleição e baixo e moderado consumo de vinho a acompanhar as refeições principais;
  • realização de confeções culinárias simples e com os ingredientes nas proporções certas;
  • prática de atividade física diária;
  • fazer as refeições em família ou entre amigos, promovendo a convivência entre as pessoas à mesa.

Optar por uma alimentação mediterrânia é certamente uma atitude preventiva!

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